Linda homenagem a um pai que está do outro lado da vida

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Homenagem aos pais do plano carnal e espiritual

Ao desencarnar, é comum que os pais recebam homenagens, cartas, orações, isso porque nós que permanecemos vivos estamos sempre procurando meios de nos conectarmos com quem já se foi. Um homem, cujo o pai desencarnou, decidiu dividir com todos uma homenagem que fez para o pai.


Em vida, o pai desse homem era um mestre de obras, e por esse motivo, sua homenagem levou o título de ‘’Ao mestre de obras da vida’’’. Nós decidimos dedicar a homenagem do homem para todos os pais, estejam eles no plano carnal ou espiritual.

O homem inicia sua carta falando sobre sue nascimento, sobre a alegria de seu pai ao recebe-lo em sua vida. O pai viu no filho a continuidade de sua geração, de seu nome, e deu ao menino todo amor e segurança que um filho precisa. Ele conta que como seu filho, ele passou a ser sua razão de viver, e que é grato pela forma que o pai o amou e dedicou sua vida e seu tempo à ele. Com esse exemplo de paternidade, merecemos falar mais dele.

Pais do plano carnal e espiritual

Um homem muito amado pela família, o filho relata o quanto seus parentes o admiravam, não somente eles, mas até mesmo aqueles que não tinham muito convívio, mas puderam desfrutar alguma vez de sua companhia. Ele relata que seus amigos de trabalho, da vida, família, vizinhos, todos desejaram um bom final para ele, que ele pudesse seguir um caminho de luz em seu desencarne, e que todos eles pudessem se encontrar novamente.

O filho relata como era difícil para o pai ir trabalhar ou viajar, pois passar o tempo longe do filho, sem dar segurança para ele era muito difícil, então relata como tem sido árduo viver sem a presença do pai no plano carnal.

OO filho conta que o pai não era muito de dizer ‘’eu te amo’’, mas fazia questão de demonstrar isso todos os dias com atitudes, e que não era preciso ser dito o que ele sabia, pois ele via no pai o amor que ele sentia. Ele lembra com carinho de momentos simples, mas preciosos que passou ao lado de seu pai, como o simples ato de passar uma tarde juntos tomando chimarrão, ou até mesmo quando sentavam juntos para reclamar da política, do salário, do país.

Fonte: Kardec Rio Preto

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