Por que tenho essa doença – visão espírita

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Por que tenho essa doença - visão espírita
Imagem de Sasin Tipchai por Pixabay

É um fato que nós, como seres humanos, estamos sujeitos a doenças e sofrimento aqui na terra. Qual é a visão espírita sobre uma doença que eu tenho? Muitas vezes nos perguntamos o que fizemos para merecer tudo o que passamos, como é o caso de algumas pessoas com doenças que trazem sofrimento ou que já estão em fase terminal.

Doença na visão espírita

É importante enfatizar que são os próprios espíritos que escolhem seu caminho de sofrimento da sua reencarnação, geralmente similar ao que cometeram na vida passada. A reencarnação é uma nova chance do espirito alcançar sua evolução espiritual, ou seja, ele continuará reencarnando em expiações enquanto não conseguir se redimir e ser uma pessoa diferente nas vidas que estão por vir.

Uma questão a ser levantada acerca desse acerto de contas, por assim dizer, é o tempo de colheita das nossas escolhas feitas anteriormente. Quando passamos pelo processo do desencarne, nós nos avaliamos, vemos o que fizemos na vida e pagamos pelos erros não redimidos na próxima, porém, quanto tempo ficaremos sofrendo em prol desses erros?

Precisamos nos lembrar que, por mais que consigamos aprender a lição, evoluir como pessoa e espirito, os danos causados, física e materialmente não podem ser ressarcidos, ou seja, nada que façamos poderá desfazer o que fizemos no passado, poderemos apenas aprender com esses erros.

Lesões espirituais se curam aos poucos

As lesões espirituais, aos poucos vão se curando, mas o processo é lento e longo. Como não nos lembramos de nossa vida passada, não sabemos os erros que cometemos, a dimensão que tiveram na outra vida.

Uma pessoa que na vida passada matou milhares de pessoas, o sofrimento na reencarnação não será pouco, e dificilmente durará pouco tempo, isso porque os danos foram grandes e muito difíceis de serem reparados. Geralmente, em nossa nova vida, nós pagamos de forma similar ao sofrimento que causamos. Com isso, é necessário que entendamos que ada situação que passamos é necessária para um processo de evolução pessoal e espiritual.

Não é justo dizer que é fácil, porque atrás de cada processo de sofrimento, de dor, há também o apego emocional. Separações, por exemplo, são difíceis, pois há o sentimento que havia antes um pelo outro, e se uma das partes não desapegar não é fácil superar o término.

No luto é um pouco mais difícil, aceitar que a pessoa se foi e permitir que ela vá em paz, isso porque nunca estamos preparados para perder alguém, portanto nos apegamos para tentar manter a pessoa viva em nós, manter perto o quanto for possível.

Fonte: Revista Abrale

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